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<p> <span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;">Mantendo o caráter crítico da sociedade de sua época que domina toda a sua obra, Oscar Wilde escreveu estas 'Histórias de fadas' para seus filhos, com o intuito de ensinar-lhes sobre a vida e como vivê-la. Inclui 'O príncipe feliz', 'O gigante egoísta', 'O amigo dedicado', 'O foguete notável', 'O rouxinol e a rosa', 'O jovem rei', 'O aniversário da Infanta', 'O filho-da-estrela', 'O pescador e sua alma'. Livro Altamente recomendável para o jovem pela FNLIJ, selecionado para o programa Biblioteca na Escola (FNDE, 2001).</span></p>
De todos os dândis que encantavam a sofisticada sociedade londrina do final do século XIX, o mais brilhante e luminoso era sem dúvida Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde (Dublin, 1854 – Paris, 1900). Célebre, respeitado, Wilde vivia o ano de 1895 como o grande autor de Retrato de Dorian Gray (1891) e de três peças que faziam sucesso no momento: O leque de Lady Windermere, Um marido ideal e A importância de ser prudente. Neste mesmo ano, acusado de crimes de natureza sexual, foi processado pela família de Lord Alfred Douglas, um jovem aristocrata por quem se apaixonara e com quem compartilhava um excêntrico estilo de vida. Condenado, sua vida mudou radicalmente e o talentoso escritor viu-se encarcerado por dois anos com trabalhos forçados que consumiram sua saúde e fulminaram sua reputação. Cumprida a pena, decidiu exilar-se em Paris em 1898 onde morreu a 30 de novembro de 1900. Quase todos os seus livros se tornaram clássicos da língua inglesa. Assim, as histórias comoventes de O príncipe feliz (1880), noveletas como O crime de Lorde Arthur Savile e O fantasma de Canterville (L&PM POCKET, v. 284), peças como A importância de ser prudente, considerada uma das obras-primas da comédia inglesa. Na prisão escreveu o poema The Ballad of Reading Gaol, De Profundis (L&PM POCKET, v. 87) e o clássico anarquista, A alma do homem sob o socialismo (L&PM POCKET, v. 312), cuja versão integral só apareceu em 1962. O retrato de Dorian Gray (L&PM POCKET, v. 239), seu único romance, com inúmeras traduções em dezenas de línguas desde seu lançamento, numa versão mais curta, no Lippincott’s Magazine (1890), provocou reações simultâneas de ira e admiração entusiástica. Um jornal considerou-o “carregado de odores mefíticos de putrefação moral e espiritual”, outro o condenou ao fogo. Oscar Wilde defendeu-se declarando que não havia livro moral nem imoral, “o que há são livros bem escritos ou mal escritos”. Como desafio, resolveu publicar Dorian Gray em livro, acrescentando-lhe o prefácio e novos capítulos. A primeira edição saiu em abril de 1891. Em 1974, foi estreada em Amsterdam a ópera do compositor holandês de vanguarda Hans Kox, baseada em O retrato de Dorian Gray.
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